Este post tem como objetivo concluir a atividade de avaliação através do uso de um digifólio, expondo algumas considerações sobre o que foi trabalhado e conseqüentemente aprendido tanto nas aulas quanto no próprio digifólio. Pois bem, não posso dizer que esta disciplina causou algum tipo de epifania em relação à minha visão do papel do professor na sociedade, enquanto profissional da área da educação. Mas tal colocação não é, de forma alguma, uma crítica ao modo como as aulas foram ministradas. Ao contrário. Já percebi que as matérias relativas às ciências da educação tendem a seguir um certo padrão, quase como uma evolução onde a atual complementa a anterior e é complementada pela posterior. Nesse sentido a disciplina de Didática B cumpriu bem com seus objetivos e reconheço aqui que houveram falhas de minha parte, pois seria hipocrisia viver ressaltando a importância da bilateralidade da relação professor-aluno e não apontar que por vezes eu faltei com essa bilateralidade. Mesmo assim, acredito que aprendi lições valiosas, mesmo que seja díficil explicá-las fora de um contexto adequado. Isso também não representa um demérito da disciplina, pois ela lida com situações muito práticas e faz sentido que as lições aprendidas sejam melhor observada no dia-a-dia, inclusive durante os estágios e a própria docência. Acho que todos tem dificuldade de organizar suas próprias crenças em relação ao estudo que realizam. Nessa matéria consegui desenvolver um pouco melhor minhas opiniões sobre a profissão que pretendo exercer futuramente. A opinião sobre a bilateralidade, já citada aqui, é um reflexo disso. Também posso dizer que aprendi a não buscar modelos. Nem Freire nem Vigotsky devem ser vistos como guias, pois o universo que abarca o magistério é muito complexo e multiforme, embora certas idéias atravessem essas grandes distâncias.
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